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Cão Orelha: após viralização nas redes sociais, investigação avança e pais e tios de suspeitos de assassinato são indiciados

O caso do cão comunitário Orelha, brutalmente torturado, no início deste mês de janeiro, em Florianópolis (SC), ganha visibilidade sem proporção nas redes sociais. A Polícia Civil avançou nas investigações e indiciou, nesta terça-feira, 27, três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha na investigação. O animal precisou ser sacrificado já que não tinha mais condições de reagir.

Quatro adolescentes suspeitos de cometer o crime de maus-tratos já foram identificados e também são apontados por tentar afogar outro cão no mar. Os relatos foram descritos em redes sociais, assim como os nomes, endereços e propriedades dos acusados.

Em coletiva à imprensa na manhã de hoje, a Polícia Civil de SC detalhou que os investigados são pais e um tio dos adolescentes, sendo dois empresários e um advogado.

Os nomes dos indiciados não foram revelados pelos delegados e a corporação informou que o crime foi cometido contra o vigilante de um condomínio que teria uma foto que poderia colaborar com a investigação da ocorrência.

Polícia diz que Orelha foi atingido com objeto contundente.

Segundo informações apuradas a Justiça não autorizou a apreensão dos aparelhos eletrônicos dos adultos. Os nomes e idades dos suspeitos não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo menores de 18 anos.

Segundo o a Polícia Civil, dois dos quatro adolescentes suspeitos estão em Florianópolis e foram alvos de uma operação na segunda-feira (26), os outros dois estão nos Estados Unidos para “viagem pré-programada”, segundo a família.

Fonte: Com informações do Portal G1

Foto: Reprodução Redes Sociais

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