Batizada de Malar.IA, a iniciativa promete reduzir o diagnóstico, que hoje pode levar de três a cinco dias em muitas comunidades, para cerca de 15 minutos, usando inteligência artificial
Um projeto liderado pelo Hospital Israelita Albert Einstein quer encurtar um dos gargalos mais críticos no interior da Amazônia: o tempo entre a coleta de sangue e a confirmação da malária. A informação é da Folha de S. Paulo.
Batizada de Malar.IA, a iniciativa promete reduzir o diagnóstico, que hoje pode levar de três a cinco dias em muitas comunidades, para cerca de 15 minutos, usando inteligência artificial. O trabalho reúne a Fundação de Medicina Tropical (FMT-HVD), a Positivo Tecnologia e a startup Hilab.
Além de antecipar o início do tratamento, a ferramenta pode reforçar a vigilância num território que concentra 98% dos casos de malária do país.
Fonte: Portal A Crítica
Foto: Agência Brasil


